FAQ
Multimedidores
- Smart INDICADOR
Smart INDICADOR - FAQ
:: Travamento do equipamento ou auto reset
Possível causa: ruídos da rede, falta de aterramento ou aterramento inadequado. Solução: colocar filtros de linha na entrada de alimentação. Providenciar ou consertar o aterramento.
:: Medição errada do Fator de Potência
Possível causa: instalação errada do equipamento, ligações invertidas, programação incorreta. Solução: reinstalar o equipamento identificando corretamente as fases do sistema elétrico, respeitando o defasamento de 120° entre L1, L2 e L3. Verificar a polaridade dos TC’s e verificar o tipo de ligação programada (delta ou estrela).
:: Não liga
Possível causa: tensão aplicada em desacordo com a especificada ou fusível queimado. Solução: verifique se a tensão aplicada na entrada de alimentação esta dentro da faixa especificada.
:: Não comunica
Possível causa: falta ligação serial ou conexão invertida, endereço de rede ou velocidade de comunicação incompatíveis. Solução: verificar a ligação e polaridade do cabo. Verificar a programação Serial; endereço de rede e velocidade de comunicação devem ser iguais às programadas no software de análise.
:: Qual o cabo aconselhado para a conexão da rede RS-485?
O cabo aconselhado é o Cabo Manga (4x26AWG com malha), encontrado em lojas de materiais elétricos.
:: Quantos conversores seriais RS-485 necessito? Um para cada equipamento?
Será necessário apenas um conversor comum a todos os equipamentos ligados em uma rede RS-485 de até 30 equipamentos. As ligações devem ser feitas em paralelo.
:: Indicação Errada de Corrente
Deve-se revisar o valor programado no item “Primário do TC” no menu “Prog. TP/TC – Ligação”, neste item deve ser informado o valor do primário do TC, o secundário do TC deve estar fixo de 1A a 5A, de acordo com o seu secundário. Medir a corrente nas saídas S1 e S2 do TC, este valor multiplicado pela sua relação (primário/secundário) deve ser o mesmo medido no barramento (se possível, utilizar um alicate amperímetro) caso contrário o problema é o mau funcionamento do TC.
:: Indicação Errada de Tensão
Deve-se revisar o valor programado no item “Primário do TP” e “Secundário do TP” no menu ? Prog.TP/TC – Ligação? Quando estamos utilizando um Transformador de Potencial(TP) para rebaixar a tensão na entrada de medição, informamos seu valor nos itens “Primário do TP” e “Secundário do TP”. Caso não seja necessário o uso de TP (tensão dentro da faixa permitida) deve-se informar a tensão nominal nos itens “Primário do TP” e “Secundário do TP”, ou seja, o primário deve estar programado com o mesmo valor do secundário. Se o valor de tensão estiver variando, com valores irreais, deve ser revisada a ligação de entrada de tensão.
:: Qual a potência indicada para os TP’s auxiliares, no caso de tensões acima do especificado?
Potência indicada para TP = 0,5 VA e para TC = 2,5 VA
- Smart METER
Smart METER - FAQ
:: Travamento do equipamento ou auto reset
Possível causa: ruídos da rede, falta de aterramento ou aterramento inadequado. Solução: colocar filtros de linha na entrada de alimentação. Providenciar ou consertar o aterramento.
:: Medição errada do fator de potência
Possível causa: instalação errada do equipamento, ligações invertidas, programação incorreta. Solução: reinstalar o equipamento identificando corretamente as fases do sistema elétrico, respeitando o defasamento de 120ü entre L1, L2 e L3. Verificar a polaridade dos TC’s e verificar o tipo de ligação programada (delta ou estrela).
:: Não liga
Possível causa: tensão aplicada em desacordo com a especificada ou fusível queimado. Solução: verifique se a tensão aplicada na entrada de alimentação esta dentro da faixa especificada.
:: Não comunica
Possível causa: falta ligação serial ou conexão invertida, endereço de rede ou velocidade de comunicação incompatíveis. Solução: verificar a ligação e polaridade do cabo. Verificar a programação Serial; endereço o de rede e velocidade de comunicação devem ser iguais às programadas no software de análise.
:: Não mede frequência
Possível causa: falta de tensão na fase L1. Solução: verificar se existe a ligação na entrada da fase L1 ou se o nível de tensão aplicada está dentro da faixa especificada.
:: Qual o cabo aconselhado para a conexão da rede RS-485?
O cabo aconselhado é o Cabo Manga (4x26AWG com malha), encontrado em lojas de materiais elétricos.
:: Quantos conversores seriais RS-485 necessito? Um para cada equipamento?
Será necessário apenas um conversor comum a todos os equipamentos ligados em uma rede RS-485 de até 30 equipamentos. As ligações devem ser feitas em paralelo.
:: Quantos registros poderei ter para uma memória de “X” Mb?
A quantidade de registros, bem como a autonomia, variam de acordo com as grandezas a serem registradas e o intervalo programado para registro. A autonomia é indicada no equipamento na tela de programação da memória ou ainda através de um simulador no software analisador que acompanha o equipamento.
- PowerNET T-500
PowerNET T-500 - FAQ
:: Travamento do equipamento ou auto reset
Possível causa: ruídos da rede, falta de aterramento ou aterramento inadequado. Solução: colocar filtros de linha na entrada de alimentação. Providenciar ou consertar o aterramento.
:: Medição errada do fator de potência
Possível causa: instalação errada do equipamento, ligações invertidas, programação incorreta. Solução: reinstalar o equipamento identificando corretamente as fases do sistema elétrico, respeitando o defasamento de 120° entre L1, L2 e L3. Verificar o sentido da corrente dos cabos que estão passando por dentro dos TC’s e verificar o tipo de ligação programada (delta ou estrela).
:: Não liga
Possível causa: tensão aplicada em desacordo com a especificada ou fusível queimado. Solução: verifique se a tensão aplicada na entrada de alimentação está dentro da faixa especificada.
:: Não comunica
Possível causa: falta ligação serial ou conexão invertida, endereço de rede ou velocidade de comunicação incompatíveis. Solução: verificar a ligação e polaridade do cabo. Verificar a programação Serial; endereço de rede e velocidade de comunicação devem ser iguais às programadas no software de análise.
:: Não mede frequência
Possível causa: falta de tensão na fase L1. Solução: verificar se existe a ligação na entrada da fase L1 ou se o nível de tensão aplicada está dentro da faixa especificada.
:: Qual o cabo aconselhado para a conexão da rede RS-485?
O cabo aconselhado é o Cabo Manga (4x26AWG com malha), encontrado em lojas de materiais elétricos.
:: Quantos conversores seriais RS-485 necessito? Um para cada equipamento?
Será necessário apenas um conversor comum a todos os equipamentos ligados em uma rede RS-485 de até 30 equipamentos. As ligações devem ser feitas em paralelo.
:: Qual a potência indicada para os TP’s auxiliares, no caso de tensões acima do especificado?
Potência indicada para TP = 0,5 VA
- Smart TRANS
Smart TRANS - FAQ
:: Travamento do equipamento ou auto reset
Possível causa: ruídos da rede, falta de aterramento ou aterramento inadequado. Solução: colocar filtros de linha na entrada de alimentação. Providenciar ou consertar o aterramento.
:: Medição errada do fator de potência
Possível causa: instalação errada do equipamento, ligações invertidas, programação incorreta. Solução: reinstalar o equipamento identificando corretamente as fases do sistema elétrico, respeitando o defasamento de 120ü entre L1, L2 e L3. Verificar a polaridade dos TC’s e verificar o tipo de ligação programada (delta ou estrela).
:: Não liga
Possível causa: tensão aplicada em desacordo com a especificada ou fusível queimado. Solução: verifique se a tensão aplicada na entrada de alimentação esta dentro da faixa especificada.
:: Não comunica
Possível causa: falta ligação serial ou conexão invertida, endereço de rede ou velocidade de comunicação incompatíveis. Solução: verificar a ligação e polaridade do cabo. Verificar a programação Serial; endereço de rede e velocidade de comunicação devem ser iguais às programadas no software de análise.
:: Não mede freqüência
Possível causa: falta de tensão na fase L1. Solução: verificar se existe a ligação na entrada da fase L1 ou se o nível de tensão aplicada está dentro da faixa especificada.
:: Qual o cabo aconselhado para a conexão da rede RS-485?
O cabo aconselhado é o Cabo Manga (4x26AWG com malha), encontrado em lojas de materiais elétricos.
:: Quantos conversores seriais RS-485 necessito? Um para cada equipamento?
Será necessário apenas um conversor comum a todos os equipamentos ligados em uma rede RS-485 de até 30 equipamentos. As ligações devem ser feitas em paralelo.
:: Qual a potência indicada para os TP’s auxiliares, no caso de tensões acima do especificado?
Potência indicada para TP = 0,5 VA e para TC = 2,5 VA
Controladores
- Smart CAP 200
Smart CAP 200 - FAQ
:: A entrada de até 500Vca (bornes X1 e X2) é entre fase-fase ou entre fase-neutro?
O importante é que a tensão aplicada aos terminais não ultrapasse esse valor, podendo ser fase-fase ou fase-neutro, desde que respeitado esse limite. São 500Vca de diferença de potencial entre os terminais do equipamento.
:: Posso controlar o Fator de Potência na média ou alta tensão?
Não, pois apesar do equipamento poder medir as grandezas na média e alta tensão através de TP’s e TC’s, o tipo de acionamento dos bancos de AT é diferente dos bancos para BT, sendo nesse caso, necessário um equipamento específico para fazer a comutação desse tipo de banco. No caso o Power Cap 485.
:: O equipamento pode ser alimentado (bornes V1 e V2) com Corrente Contínua (VCC / VDC)?
Sim, desde que na faixa entre 120Vcc e 300Vcc
:: O equipamento pode medir (bornes X1 e X2) Corrente Contínua (VCC / VDC)?
Não. Somente corrente alternada (VCA / VAC).
:: Posso utilizar qualquer tipo de TC na entrada de corrente do equipamento?
Sim, inclusive os especiais para média ou alta tensão, contando que tenham o seu secundário fixo em 5A. Ex: 1000/5A, 20000/5A, 100/5 e etc.
:: Mede FP = 0,00
O equipamento pode estar ligado fisicamente em modo delta e estar configurado para estrela ou vice-versa. Quando a ligação for entre fase e neutro, programar Estrela, quando for entre fases, utilizar programação Delta, lembrando que esta última requer obrigatoriamente o conhecimento dos ângulos de fases corretos. Certificar que existe um sinal de tensão entrando nos bornes X1 e X2 (através de TP ou conectado diretamente à rede) e que esse sinal está dentro da faixa suportada pelo equipamento. Certificar que existe um sinal de corrente entrando nos bornes S1 e S2 (através de TC ou conectado direto ao circuito) e que esse sinal está dentro da faixa suportada pelo equipamento.
:: Mede FP errado
O valor do FP está correto, porém com sinal invertido (capacitivo / indutivo); Se o valor do FP está correto modularmente, porém quando é indutivo mostra capacitivo ou vice-versa, o mais comum é que o TC esteja posicionado em uma fase errada. Verificar a sequência de ligação de tensão e corrente, conforme o manual. O valor e o sinal do FP variam muito, ora indutivo, ora capacitivo. Em caso de ligação Estrela, verificar se o neutro está conectado ao borne X2, e se o TC está colocado na mesma fase que está conectada ao borne X1. Em caso de ligação Delta, verificar se o TC está posicionado na fase correta [diferente das fases que entram nos bornes X1 e X2, seguindo a sequência R (X1), S (X2) e T (TC)]. Para maiores detalhes de ligação, verificar manual de instalação ou guia rápido de instalação.
:: Tensão mede errado ou não mede
Verificar se há sinal de tensão nos bornes X1 e X2. Verificar a programação de primário e secundário do TP. Caso não seja utilizado TP, programar primário e secundário com valor da tensão nominal da rede. Ex: Primário TP= 380 / Secundário TP=380.
:: Corrente mede errado ou não mede
Verificar se o TC está adequadamente conectado ao equipamento (Terminal S1 do TC no borne S1 do equipamento / Terminal S2 do TC no borne S2 do equipamento. Lado P1 do TC voltado para o trafo e lado P2 voltado para a carga). Para maiores detalhes de ligação, verificar manual de instalação ou guia rápido de instalação. Verificar se há corrente no barramento. Verificar se o TC está posicionado imediatamente após o disjuntor, medindo assim toda a carga do barramento. Ver se a programação do primário do TC no equipamento está de acordo com a descrição do mesmo. Ex: para um TC de 1000/5 o primário do TC deve ser programado como 1000.
:: Posso utilizar o Smart CAP 200 com suas programações de fábrica?
Nunca. Ele deve
SEMPRE
ser programado de acordo com as necessidades de cada cliente, sob o risco de multas altas, utilizando a programação de fábrica.
:: FP não se altera mesmo depois da entrada de todos os bancos na rede.
Verificar se o TC está instalado imediatamente após o trafo, medindo assim toda a corrente do barramento, inclusive a alimentação dos bancos. Se a alimentação dos bancos estiver antes do TC, este não perceberá mesmo a entrada dos bancos e não alterará o FP no display do equipamento.
:: Como funciona o kVARmin da programação?
Funciona junto com o item I min (Corrente Mínima) e serve para fazer o controle do FP do trafo quando este está operando à vazio. Ao atingir o nível de corrente programado no I min, o controlador percebe que a fábrica está desligada, para de fazer o controle automático do FP e insere então um banco para fazer o controle do trafo; o valor desse banco (ou de uma combinação de bancos) deve ser programado no kVAR min. Caso não seja necessário a correção do trafo, programa-se 0,00 no item kVARmin.
:: Como funciona o item Imin da programação?
Ao atingir o valor de corrente programado ou inferior, o controlador admite que a fábrica está desligada e para de fazer o controle automático do FP. Se algo estiver programado no ítem kVARmin, esse valor de bancos entrará na rede para a correção do trafo à vazio. Ao elevar a corrente acima do programado, o controle automático volta a ser automático.
:: O controlador perde a sua programação com uma possível falta de energia?
Não. A programação fica gravada até que seja alterada, independente da falta de energia.
:: Em que ordem devo colocar os bancos de capacitores nas saídas do controlador?
Não há uma ordem específica, podem ser colocados em qualquer posição, pois através da programação do valor de cada saída, o controlador decide qual estágio acionar de acordo com a necessidade. Caso todos os bancos sejam de mesmo valor, será realizado um rodízio de capacitores, para que o desgaste dos bancos seja o mais uniforme possível, aumentando assim a vida útil das células capacitivas.
:: Programei um valor de Imin e/ou kVARmin e ao retornar à programação, o valor estava diferente.
Para otimizar algumas funções, como poder colocar valores de corrente sempre com relação ao primário e não ao secundário do TC, o microcontrolador interno ao equipamento, pode fazer alguns ajustes no valor programado, porém estes não afetarão no bom funcionamento do controlador.
:: Ligação Delta ou Estrela?
Depende da situação. Em redes onde há neutro, existe a opção de fazer a ligação Estrela (fase-neutro) ou Delta (fase- fase). Já, onde não há o cabo neutro, não há outra alternativa senão a ligação Delta. O importante é que o equipamento esteja com a programação de acordo com a ligação física executada.
:: A programação é igual a do modelo Smart CAP?
Não. Apesar de cumprirem as mesmas funções, o Smart CAP 200 tem algumas diferenças com relação ao Smart CAP, mas quem está acostumado com o modelo antigo, se adapta facilmente com o novo modelo. Algumas diferenças básicas são por exemplo os bornes e os parâmetros Imin, que é programado com seu valor com base no primário do TC e não mais no secundário (Ex: em um TC 1000/5A a corrente mínima de 30A anteriormente (Modelo Smart CAP) seria programada como: 0,15 (30A no primário do TC, equivalem a 0,15 no secundário, uma vez que a sua relação é de 200).
:: Posso fazer o controle de redes trifásicas?
Pode. Uma vez que ela seja uma rede equilibrada ou balanceada, não há problemas.
- Smart CAP 485
Smart CAP 485 - FAQ
:: Não altera o FP após a entrada dos capacitores?
Rever a ligação do TC no barramento elétrico, este deve estar instalado na saída do transformador ou antes da carga.
:: O que é Imin (corrente mínima)?
Corrente Mínima ou Imin no menu Parâmetros. Ao atingir o valor de corrente programado ou inferior, o controlador admite que a fábrica está desligada e para de fazer o controle automático do FP. Se algo estiver programado no ítem kVARmin, esse valor de bancos entrará na rede para a correção do trafo à vazio. Ao elevar a corrente acima do programado, o controle automático volta a ser automático.
:: O que é kVAr Imin?
É o valor de um (ou mais) capacitor(es) necessário(s) para corrigir o transformador à vazio (fábrica parada, baixa corrente, equipamento em subcorrente). Este valor é determinado pelo fabricante do transformador. O valor programado deve ser múltiplo dos capacitores existentes ou resultado da soma de alguns destes. O valor zero fará com que na condição de sub corrente todos os capacitores sejam removidos. Ex.: Smart CAP 6 acionamentos: Foram programados nele os seguintes valores de capacitores: B1= 10kVAr, B2= 2,5kVAr, B3= 7,5kVAr, B4= 15kVAr, B5= 20kVAr, B6= 7,5kVAr. Logo, os valores disponíveis são:10kVar (B1), 12,5kVAr (B1+B2), 22,5kVAr (B2+B5), 25kVAr (B1+B4) e todas outras combinações possíveis.
:: Indicação Errada de Corrente
Deve-se revisar o valor programado no item “Primário do TC” no menu Parâmetros. Neste item deve ser informado o valor do primário do TC, o secundário é fixo em 5A. Medir a corrente nas saídas S1 e S2 do TC, este valor multiplicado pela sua relação (primário/secundário) deve ser o mesmo medido no barramento (se possível, utilizar um alicate amperímetro) caso contrário o problema é o mau funcionamento do TC.
:: Indicação Errada de Tensão
Deve-se revisar o valor programado no item “Primário do TP” e “Secundário do TP” no menu Parâmetros. Quando estamos utilizando um Transformador de Potencial para rebaixar a tensão na entrada de medição (X1 e X2) informamos seu valor. Caso não seja necessário o uso de TP (tensão dentro da faixa permitida) deve-se informar a tensão nominal nos itens “Primário do TP” e “Secundário do TP”, ou seja, o primário deve estar programado com o mesmo valor do secundário. Se o valor de tensão estiver variando, com valores irreais deve ser revisada a ligação de entrada de tensão em X1 e X2.
:: Travamento do equipamento ou auto reset.
Possível causa: ruídos da rede, falta de aterramento ou aterramento inadequado. Solução: colocar filtros de linha na entrada de alimentação. Providenciar ou consertar o aterramento.
:: Medição errada do Fator de Potência.
Possível causa: instalação errada do equipamento, ligações invertidas, programação incorreta. Solução: reinstalar o equipamento identificando corretamente as fases do sistema elétrico, respeitando o defasamento de 120° entre L1, L2 e L3. Verificar a polaridade dos TC’s e verificar o tipo de ligação programada (delta ou estrela).
:: Não liga.
Possível causa: tensão aplicada em desacordo com a especificada ou fusível queimado. Solução: verifique se a tensão aplicada na entrada de alimentação esta dentro da faixa especificada.
:: Não comunica.
Possível causa: falta ligação serial ou conexão invertida, endereço de rede ou velocidade de comunicação incompatíveis. Solução: verificar a ligação e polaridade do cabo. Verificar a programação Serial; endereço de rede e velocidade de comunicação devem ser iguais às programadas no software de análise.
:: Qual o cabo aconselhado para a conexão da rede RS-485?
O cabo aconselhado é o Cabo Manga (4x26AWG com malha), encontrado em lojas de materiais elétricos.
:: Quantos conversores seriais RS-485 necessito? Um para cada equipamento?
Será necessário apenas um conversor comum a todos os equipamentos ligados em uma rede RS-485 de até 30 equipamentos. As ligações devem ser feitas em paralelo.
:: Qual a potência indicada para os TP’s auxiliares, no caso de tensões acima do especificado?
Potência indicada para TP = 0,5 VA e para TC = 2,5 VA
- Power CAP 485
Power CAP 485 - FAQ
:: Problema: Travamento do equipamento ou auto reset
Possível causa: ruídos da rede, falta de aterramento ou aterramento inadequado. Solução: colocar filtros RC nas entradas de alimentação. Providenciar ou consertar o aterramento. Instalar supressores de ruído nas bobinas das contatoras. Alimentar o equipamento com uma fase diferente da utilizada para os acionamentos.
:: Medição errada do fator de potência
Possível causa: instalação errada do equipamento, ligações invertidas, programação incorreta. Solução: reinstalar o equipamento identificando corretamente as fases do sistema elétrico respeitando o defasamento de 120ü entre L1, L2 e L3. Caso não estiver, deverão ser verificada a polaridade dos TC’s e TP’s e o tipo de ligação programada (delta ou estrela).
:: Não liga
Possível causa: tensão aplicada em desacordo com a especificada. Solução: verifique se a tensão aplicada na entrada de alimentação esta dentro da faixa especificada.
:: Não comunica
Possível causa: falta ligação serial ou conexão invertida, endereço de rede ou velocidade de comunicação incompatíveis. Solução: verificar a ligação e polaridade do cabo. Verificar a programação serial, endereço de rede e velocidade de comunicação, devem ser iguais às programadas no software de monitoramento da rede.
:: Qual o cabo aconselhado para a conexão da rede RS-485?
O cabo aconselhado é o Cabo Manga (4x26AWG com malha), encontrado em lojas de materiais elétricos.
:: Quantos conversores seriais RS-485 necessito? Um para cada equipamento?
Será necessário apenas um conversor comum a todos os equipamentos ligados em uma rede RS-485 de até 30 equipamentos. As ligações devem ser feitas em paralelo.
- Smart CONTROL D
Smart CONTROL D - FAQ
:: O controlador perde a sua programação com uma possível falta de energia?
Não. A programação fica gravada até que seja alterada, independente da falta de energia.
:: Em que ordem devo colocar as cargas a serem controladas nas saídas do controlador?
Não há uma ordem específica, podem ser colocados em qualquer posição, pois através da programação do valor de cada saída, o controlador decide qual estágio acionar de acordo com a necessidade. Além disso o controlador possui uma configuração onde decide-se a ordem de retirada das cargas.
:: O equipamento pode ser alimentado (bornes V1 e V2) com Corrente Contínua (VCC / VDC)?
Sim, desde que na faixa entre 120Vcc e 300 Vcc
:: Posso utilizar o Smart CONTROL D com suas programações de fábrica?
Nunca. Ele deve SEMPRE ser programado de acordo com as necessidades de cada cliente, sob o risco de multas altas, utilizando a programação de fábrica.
:: Qual a diferença do tipo de saída de usuário Mista, Estendida e Normal?
Cada tipo de saída transmite um certo número de grandezas para o usuário, sendo elas: – Normal: Demanda, Fator de Potência, Pulso Reativo Capacitivo e Pulso Reativo Indutivo. – Estendida: Energia Ativa Direta, Energia Ativa Reversa, Energia Reativa Direta, Energia Reativa Reversa. – Mista: Nº de série do medidor, Tensões das 3 fases, Correntes das 3 fases, Potencia Ativa das 3 fases, Potencia Reativa das 3 fases, Frequência, RTP, RTC, KE, Demanda, Energia Ativa Direta, Energia Ativa Reversa, Energia Reativa Direta, Energia Reativa Reversa.
:: Qual a melhor saída de usuário para que o controle seja feito de maneira eficiente?
O Smart Control D funciona em qualquer uma das 3 saídas, porem a saída que fornece mais dados é a saída Mista que também é a mais indicada pela IMS.
- Smart CONTROL PF
Smart CONTROL PF - FAQ
:: Como funciona o KVARmin da programação?
Funciona junto com o item Imin ( Corrente Mínima) e serve para fazer o controle do FP do trafo quando este está operando à vazio. Ao atingir o nível de corrente programado no Imin, o controlador percebe que a fábrica está desligada, pára de fazer o controle automático do FP e insere então um banco para fazer o controle do trafo; o valor desse banco ( ou de uma combinação de bancos) deve ser programado no kVAR min. Caso não seja necessário a correção do trafo, programa-se 0,00 no item kVARmin. OBS.: Essa configuração só é disponível no tido de saída MISTA
:: Como funciona o item Imin da programação?
Ao atingir o valor de corrente programado, ou inferior, o controlador admite que a fábrica está desligada e pára de fazer o controle automático do FP. Se algo estiver programado no ítem kVARmin, esse valor de bancos entrará na rede para a correção do trafo à vazio. Ao elevar a corrente acima do programado, o controle automático volta a ser automático. OBS.: Essa configuração só é disponível no tido de saída MISTA
:: O controlador perde a sua programação com uma possível falta de energia?
Não. A programação fica gravada até que seja alterada, independente da falta de energia.
:: Em que ordem devo colocar os bancos de capacitores nas saídas do controlador?
Não há uma ordem específica, podem ser colocados em qualquer posição, pois através da programação do valor de cada saída, o controlador decide qual estágio acionar de acordo com a necessidade. Caso todos os bancos sejam de mesmo valor, será realizado um rodízio de capacitores, para que o desgaste dos bancos seja o mais uniforme possível, aumentando assim a vida útil das células capacitivas.
:: O equipamento pode ser alimentado (bornes V1 e V2) com Corrente Contínua (VCC / VDC)?
Sim, desde que na faixa entre 120Vcc e 300Vcc
:: Posso utilizar o Smart Control PF com suas programações de fábrica?
Nunca. Ele deve SEMPRE ser programado de acordo com as necessidades de cada cliente, sob o risco de multas altas, utilizando a programação de fábrica.
:: Qual a diferença do tipo de saída de usuário Mista, Estendida e Normal?
Cada tipo de saída transmite um certo número de grandezas para o usuário, sendo elas: – Normal: Demanda, Fator de Potência, Pulso Reativo Capacitivo e Pulso Reativo Indutivo. – Estendida: Energia Ativa Direta, Energia Ativa Reversa, Energia Reativa Direta, Energia Reativa Reversa. – Mista: Nº de série do medidor, Tensões das 3 fases, Correntes das 3 fases, Potencia Ativa das 3 fases, Potencia Reativa das 3 fases, Frequência, RTP, RTC, KE, Demanda, Energia Ativa Direta, Energia Ativa Reversa, Energia Reativa Direta, Energia Reativa Reversa.
:: Qual a melhor saída de usuário para que o controle seja feito de maneira eficiente?
O Smart Control PF funciona em qualquer uma das 3 saídas, porem a saída que fornece mais dados é a saída Mista que também é a mais indicada pela IMS.
Analisadores
- PowerNET P-600
PowerNET P-600 - FAQ
:: Travamento do equipamento ou auto reset.
Possível causa: ruídos da rede, falta de aterramento ou aterramento inadequado. Solução: colocar filtros de linha na entrada de alimentação. Providenciar ou consertar o aterramento.
:: Medição errada do Fator de Potência.
Possível causa: instalação errada do equipamento, ligações invertidas, programação incorreta. Solução: reinstalar o equipamento identificando corretamente as fases do sistema elétrico, respeitando o defasamento de 120º entre L1, L2 e L3. Verificar a polaridade dos TC’s e verificar o tipo de ligação programada (delta ou estrela).
:: Potência Ativa com sinal negativo.
Possível causa: Sensor de corrente com sentido invertido, sensor de corrente invertido em relação as fases ou uso de gerador de energia na rede. Solução: Verifique a seta de direção do sensor, a mesma deve estar apontando em direção à carga, verifique se o sensor “A” está casado com o pino “A” de tensão ou verifique se existe algum gerador ou banco de capacitor atuando na rede.
:: Na tela de sequência de fase aparece “>>>”.
Possível causa: Equipamento ligado fora de uma sequência de fase valida Solução: Ligue o equipamento em uma das sequências válidas: RST, STR ou TRS.
:: Não liga.
Possível causa: tensão aplicada em desacordo com a especificada ou fusível queimado. Solução: verifique se a tensão aplicada na entrada de alimentação esta dentro da faixa especificada.
:: Não comunica.
Possível causa: não está com a conexão serial correta (polaridade invertida ou os fios não conectados), endereço de rede ou velocidade serial incompatíveis. Solução: verificar a ligação e polaridade do cabo. Verificar a programação Serial, endereço de rede e a velocidade de comunicação devem ser iguais às programadas no software analisador. Caso utilize Conversor PowerNET A-030, verifique se já está instalado corretamente (ver se criou uma porta COM em seu PC), Caso não, baixe o software do Conversor PowerNET A-030 do site ou do CD da IMS e instale em seu PC.
:: Não mede frequência.
Possível causa: falta de tensão na fase L1. Solução: verificar se existe a ligação na entrada da fase L1 ou se o nível de tensão aplicada está dentro da faixa especificada.
:: Quantos registros poderei ter para uma memória de “X” Mb?
A quantidade de registros, bem como a autonomia, variam de acordo com as grandezas a serem registradas e o intervalo programado para o registro. A autonomia é indicada no equipamento na tela de programação da memória ou também através de um simulador no software analisador que acompanha o equipamento.
- PowerNET P-300
PowerNET P-300 - FAQ
:: Travamento do equipamento ou auto reset.
Possível causa: ruídos da rede, falta de aterramento ou aterramento inadequado. Solução: colocar filtros de linha na entrada de alimentação. Providenciar ou consertar o aterramento.
:: Na tela de sequência de fase aparece “>>>”.
Possível causa: Equipamento ligado fora de uma sequência de fase valida Solução: Ligue o equipamento em uma das sequências válidas: RST, STR ou TRS.
:: Não liga.
Possível causa: tensão aplicada em desacordo com a especificada ou fusível queimado. Solução: verifique se a tensão aplicada na entrada de alimentação esta dentro da faixa especificada.
:: Não comunica.
Possível causa: não está com a conexão serial correta (polaridade invertida ou os fios não conectados), endereço de rede ou velocidade serial incompatíveis. Solução: verificar a ligação e polaridade do cabo. Verificar a programação Serial, endereço de rede e a velocidade de comunicação devem ser iguais às programadas no software analisador. Se caso utilize Conversor PowerNET A-030, verifique se já está instalado corretamente (ver se criou uma porta COM em seu PC), caso não, baixe o software do Conversor PowerNET A-030 do site ou do CD da IMS e instale em seu PC.
:: Não mede frequência.
Possível causa: falta de tensão na fase L1. Solução: verificar se existe a ligação na entrada da fase L1 ou se o nível de tensão aplicada está dentro da faixa especificada.
:: Quantos registros poderei ter para uma memória de “X” Mb?
A quantidade de registros, bem como a autonomia, variam de acordo com as grandezas a serem registradas e o intervalo programado para o registro. A autonomia é indicada no equipamento na tela de programação da memória ou também através de um simulador no software analisador que acompanha o equipamento.
Acessórios
- PowerNET A-020
PowerNET A-020 - FAQ
:: Não comunica.
O conversor PowerNET A-020 é constituido de duas peças, um equipamento para TRANSMITIR e outro para RECEBER os dados. Os dois não podem ser configurados iguais (tal configuração é feita através dos pinos 10, 11 e 12 do conversor), para deixá-lo em TRANSMISOR faça o jumper nos pinos 10 e 11 e para RECEPTOR o jumper é nos pinos 11 e 12.
:: Como conectar?
O conversor configurado como transmisor deve receber o sinal do medidor da concessionária, passando depois para o outro conversor (configurado como receptor) e esse último leva o sinal para o equipamento.
- PowerNET A-030
PowerNET A-030 - FAQ
:: Como verificar a porta COM gerada.
Entre no GERENCIADOR DE DISPOSITIVOS logo em seguida localize a opção PORTAS (COM E LPT), dentro desse item você encontrará a porta COM gerada pelo conversor (costuma apresentar antes do número da porta o nome do conversor que deve ser ‘IMS Cabo USB Serial’, ‘IMS – PowerNET A-030, A-035′ ou ‘SILICOM’). Lembrando que essa porta deve ser programada no software.
- PowerNET A-035
PowerNET A-035 - FAQ
:: Como verificar a porta COM gerada.
Entre no GERENCIADOR DE DISPOSITIVOS logo em seguida localize a opção PORTAS (COM E LPT), dentro desse item você encontrará a porta COM gerada pelo conversor (costuma apresentar antes do número da porta o nome do conversor que deve ser ‘IMS Cabo USB Serial’, ‘IMS – PowerNET A-030, A-035′ ou ‘SILICOM’). Lembrando que essa porta deve ser programada no software.
- PowerNET A-040
PowerNET A-040 - FAQ
:: Qual cabo utilizar, reto ou cross?
Para a ligação direto no computador (para configuração) deve ser utilizado o cabo cross, já para a conexão em um HUB (ligar em rede) deverá utilizar um cabo reto.
:: Não comunica.
Possível causa: Velocidade serial programada diferente do equipamento, porta COM gerada já existe, configurações da porta COM não estão de acordo. Solução: Verifique nas configurações do PowerNET A-040 qual a velocidade serial está programada (configuração realizada pelo Putty), verifique as configurações da porta COM pelo Tibbo, tais configurações deve estar de acordo com o Guia Rápido de instalação.
- PowerNET A-050
PowerNET A-050 - FAQ
:: Equipamento não conecta.
– Verifique se o chip de dados da operadora de celular está habilitado para a transferência de dados; – verifique o IP ou o DNS (dependendo da conexão, se for IP fixo ou DNS) configurado no modem se está correto; – Verifique o sinal da operadora de celular, se estiver com sinal baixo pode afetar a comunicação; – Verifique a velocidade serial do equipamento, o correto é 9600 para a comunicação com o software GPRS.
Acesso ao Software










